Certa feita, há muitos anos, ao passar por S. Luís do Maranhão, tive a oportunidade de visitar um velho professor amigo. Falamos de literatura e externei-lhe a satisfação que tive em conhecer a Igreja de Santo Antônio com as duas torres evocando o castelo inglês de Belvedere e que fora construída por frades capuchos franceses na época da fundação da cidade de S. Luís em homenagem ao santo rei da França.
Discorremos sobre o Pe. Antônio Vieira que nela proferira veementes sermões contra os senhores escravagistas de índios, com destaque para o famoso sermão aos Peixes.
Lastimei o desaparecimento do púlpito no qual o grande orador demonstrou sua indignação e da origem imagem do padroeiro Santo Antônio originária de estatuária de Braga. Não dispensei comentários sobre a provável janela vinda para S. Luís em 1867, segundo contam, por onde fugira Vieira, ajudado por escravos catequizados que o chamavam de Paiassú, (Pai Grande), para escapar à fúria dos escravagistas fazendeiros portugueses, os quais sentiam-se atingidos pelas veementes palavras do orador.
A conversa prolongou-se e qual não foi minha surpresa, quando, ao despedir-me o amigo me presenteou com um livro intitulado “Maria, Rosa Mystica”. Era um volume antiquíssimo, capa de couro já deteriorado, com iluminura eletras em ouro no dorso.
Ao abri-lo vi que se tratava de um exemplar de 1686, em papel trapo, primeira edição de 15 sermões de Viera sobre as “excelências, poderes e maravilhas do rosário”.
Fiquei sem saber como agradecer tão precioso presente e só mais tarde pude avaliar o carinho do amigo e a raridade do livro todo em grafia seiscentista.
Muitas vezes procurei informações sobre ele, mas poucas encontrava, apenas que era a primeira parte da série de Sermões “Rosa Mística”, volume V da obra de Vieira e que nele constavam belíssimas páginas em defesa dos escravos, do jovem jesuíta quando ainda mesmo não recebera a ordem do presbítero.
Ultimamente, ao pesquisar a coleção “Sermões do Padre Antônio Vieira”, da Editora Anchieta S/A - São Paulo - 1994, deparei-me com mais alguns detalhes que melhor identificam o livro e que são assuntos desse meu comentário.
Vieira escreveu trinta Sermões sobre o mistério do Rosário sob o título “Maria, Rosa Mystica - excelências, poderes e maravilhas do seu rosário”, em dois volumes encaminhados por ele próprio para gráficas em Lisboa. O primeiro foi impresso em 1686 e o segundo em 1688.
No frontispício dos dois volumes Vieira apresenta a razão da sua publicação: “A Soberana Majestade da mesma Senhora em cumprimento de um voto feito, e repetido em grandes perigos de vida, de que por sua imensa benignidade e poderosíssima intercessão sempre saiu livre”.
O original do primeiro volume (parte I) enviado em 1685 foi impresso na oficina de Miguel Deslandes, na Rua de Figueira - Lisboa, em 1686.
O segundo volume (parte II) foi produzido na impressão Craesbeeckiana -Lisboa, em 1688, ambos às custas de Antônio Leite Pereira mercador de livros.
Este segundo volume, Vieira só terminou de escrever em 1686, na cama,onde se achava prostrado por intensa febre provocada por erisipela e não pela peste que grassava na Bahia e da qual escapara por milagre da Virgem do Rosário como ele afirmou em carta no mesmo ano.
Os dois volumes originais trazem as Autorizações dos Censores e Licenças da Igreja, do Santo Ofício e do Paço que permitiram as imediatas impressão e publicação.
Da primeira Parte do Rosário são conhecidas três impressões, com data de1686, não se sabendo se foram simultâneas ou subseqüentes, uma vez que apresentam divergências e característica distintas, como certas palavras grafadas diferentemente, descontinuidade na paginação e dessemelhança nas iluminuras do final dos sermões, etc.
Em razão dessas divergências as três impressões são classificadas em A -B - C cada uma com as seguintes particularidades estampadas na Advertência Preliminar do Volume V dos Sermões de Pe. Antônio Vieira da Editora Anchieta -1944
Edição A Edição B Edição C
Frontispício Rosário Rosário Rosário
errata, 1. 14 Tem não tem tem
p. 1, vinheta uma águia IHS uma águia
p. 4, c. 1, 1.10 se na Mental e na Mental se na Mental
p. 7, c. 2, 1. 29 da devoção da devação da devoçaõ
p. 95, c. 2, 1. 13 que quãdo que quanto q. quanto
p. 111, c. 1, 1. 29 se o podéra só o poderá só o poderá
p. 147, c. 1, 1. 14 engazadas engrazadas engazadas
p. 151, c. 2, 1. 29 qued quod quod
p. 162, c. 1, 1. 19 universidade universalidade universidade
p. 162, c. 2, 1. 13 alcançará alcançariáõ alcançaràõ
p. 360, c. 1, 1. 35 religiosissimo ireligiosísmo religiosísmo
Da Segunda Parte do Rosário há duas impressões datas de 1688 cada uma com particularidades específicas que não nos interessa uma vez que não temos os originais, mas apenas edições fac-simuladas.
Confrontando as características acima das três impressões A - B - C, pude incluir que o volume que possuo é da impressão C e comparando com um fac-simile da impressão A ele apresenta outras peculiaridades que passo aassinalar:
no frontispício ou página de rosto:
A C
Linha 4 - Rosário Rosário
Linha 10 - A Soberana A’Soberana
Linha 13 - Jesy Jesu
Linha 19 - Ligvel Miguel
Linha 19 - figueyra Figueyra
Linha 20 - A custa A’custa
Além destas ainda há muitas diferenças como:
a C à pag. - iij - Bertolameu do Quintal enquanto a A tem Bartolameu do Quintal.
A impressão C salta da página 310 para 411 e na página 310 mostra umasvinte e cinco pequenas divergências das demais.
Ao final das censuras, a C, no original traz 13 erratas enquanto a Amostra 25 erratas melhor indicadas com página - coluna - Reg.
Na impressão C, o uso, na grafia, da letra U com valor do fonema /u/aparece constantemente como Jesu, Miguel ao passo que na impressão A o referidofonema /u/ surge grafado como V, como em Jesv, Migvel, e o primeiro substitui oJ como em Iesv, Iacob, Ió, Ioseph.
Isto mostra que apesar de simultâneas as impressões havia falta de uniformidade na escrita e a indisciplina gráfica ainda existia no século XVII, como outras publicações da época atesta.
Apesar da diagramação ser rigorosamente igual nas impressões A e C, aser, as iluminuras usadas nas duas são diferentes.
As da C são mais primitivas com desenhos litográficos de flores,folhagens e frutas e apenas uma figura humana à página 303, enquanto asiluminuras da A parecem mais nítidas e perfeitas no acabamento com predominânciade figuras humanas e animais (6 ao todo).
Por que estas diferenças gráficas se a indicação da tipografia da mesma Miguel Deslanches ?
Teria havido serviços prestados por outra gráfica?
Desconhece-se por completo o número de exemplares editados nas três impressões de 1686.
Ao que tenho notado, as posteriores reedições destes trinta Sermões deVieira, que apareceram através dos anos, em geral, são fac-similadas das três impressões primitivas, conservando suas características, ou são reedições da impressão B que possuía paginação correta, mas cujo original não consultei por não o ter encontrado.
Até o momento ainda não descobri reedições da impressão C, apenas o fac-simile da A serviu para cotejar com o exemplar que possuo e do qual falei.
Estas informações evidenciam, de forma incontestável, o valor histórico e a preciosidade do livro que me foi dado e que guardo com todo o carinho e apreço.
OBSERVAÇÃO
O pesquisador prof. JORGE S. MARTINS, é Mestre em Linguística e Semiologia pela PUCC – SP, com Especialização em Metodologia Científica, ex professor da Uni. S. Francisco – SP, da UNEB e da UCSal na Bahia.
Atualmente é palestrante e instrutor de cursos e autor de vários livros publicados destinados à capacitação deprofessores.
Como desconhece o destino dos dois livros originais citados, agradecerá a quem der qualquer informação sobre os mesmos e puder comunicar deixando uma mensagem aqui no Blog.
sábado, 7 de janeiro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
NATAL E... NATAIS
Senhor, que em noite estrelada
Nasceste em manjedoura fria,
Para todos os homens vieste
Trazer igualdade, paz e alegria.
O Natal de hoje faz-nos pensar
Em Natais que são diferentes,
Grandioso pra que têm tudo
Diferente do dos excluídos.
Natal das igrejas festivas,
Natal dos simples cristãos,
Das famílias em preces unidas,
Com missa-do-galo e lapinhas,
Cantos sacros à luz de velas.
Mas há Natal em palácios de luxo,
Cheio de licores e fartas iguarias,
Comidas raras e bebidas finas,
De etiquetas e gargalhadas
E de egoísmos disfarçados.
Natal dos réveillons coloridos,
Nos clubes de salões festivos,
Garrafas e músicas berrantes,
Ar cheio de álcool e perfumes.
Mas há também natais esquecidos,
Daqueles que vivem esfarrapados.
Natal dos casebres esburacados,
De quem não pode matar a fome,
Nem enganar seres desnutridos.
Senhor, que nasceste para todos
Para não haver mais desigualdades,
Fazei que não sejamos indiferentes
Nem insensíveis pra os diferentes,
Dai-nos o dom de repartir o pão
E o agasalho com quem não o tem.
E enquanto uns se esvaziam de Ti,
A Ti fazei que nos igualemos mais.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
CURIOSIDADES III Dezembro – 2011
Sobre livros e suas histórias
1 – O livro mais antigo do mundo que se conhece é o Papiro Prisse da Biblioteca Nacional de Paris, na França. Remonta a 3.350 anos Antes de Cristo e foi encontrado por um pesquisador de quem herdou o nome “Prisse”, num túmulo perto de Tebas no Egito.
2 – O livro maior que existe é o “Brobdingnag”. Mede 1,90m de altura e 90cm de largura. Foi impresso entre 1823 e 1840 e pertence à Biblioteca Staatswerbeschule de Viena na Áustria.
3 – O menor livro do mundo foi impresso na Alemanha, mede 3,5 mm e tem 14 páginas nas quais está gravado em letras microscópicas o Pater (Pai nosso) em 7 línguas diferentes. Está dentro de uma lupa de ampliação que possibilita a leitura. São conhecidos no mundo apenas três exemplares, dos quais, anos atrás, foi comprado em Monte-Carlo um deles em benefício da obra de S. Vicente pela senhora Yvete Girard Benda.
Há outro que mede 10x6 milímetros. Foi impresso em Pádua, na Itália no ano de 1897 e contém 208 paginasinhas. Nele está impressa uma carta, até então inédita de Galileu, do ano de 1615.
4 - O livro mais pesado que se conhece no mundo com 48kg, é a “História de Zaca”, mandado publicar por um arquiduque de Habsburgo em princípio do século XX, sob o título de “Parga”.
5 – O livro mais caro de que se tem notícia na história, é uma Bíblia impressa por Gutemberg, em 22 linhas apenas, como prova da primeira impressão em tipos móveis.
O colecionador Volbehr pagou por ela 1.300.000 reichsmark.
6 – A obra que se conhece com maior número de volumes é o Tu-shu-tvchitscheng, dicionário chinês composto de 2.020 tomos com 170 páginas cada um.
Foi impresso no princípio do século XVII por ordem do Imperador da China, da época.
7 – A maior Feira Mundial de Livros realiza-se, em Frankfurt, anualmente, na Alemanha e nela são expostos livros do mundo todo, com mais de 6.500 expositores.
Ultimamente, a maior curiosidade dos visitantes nesse evento tem sido os Microlivros vindos da Rússia.
8 – A Bíblia foi o primeiro livro impresso no mundo, quando João G. Gutemberg (1397-1468), em Mogúncia, na Alemanha, junto com Fust e Schoefer fazia suas experiências aperfeiçoando o prelo de impressão tipográfica usando tipos de letras móveis.
9 – A primeira biblioteca de que se tem notícias no mundo foi a de Babilônia, na Assíria ou Pérsia antiga.
Os livros eram tijolos gravados em escrita cuneiforme (cunha) e empilhados contra as paredes da construção que servia de biblioteca.
10 – A Biblioteca mais famosa na antiguidade era a de Alexandria, porto do Egito, no Mediterrâneo, cidade fundada por Alexandre Magno.
Era o centro artístico e literário do mundo antigo e sua riquíssima Biblioteca continha papirus, pergaminhos da história antiga e era freqüentada por todos os sábios gregos, romanos e de outras civilizações.
Infelizmente foi queimada pelo exército de Júlio César durante a ocupação do Egito pelos romanos.
11 - Fora a Bíblia, um dos livros mais lidos por milhões e milhões de pessoas no mundo inteiro atingindo o topo de edições e de traduções é “O Pequeno Príncipe” de Antoine de Saint-Exupery, o escritor piloto de Correio Aéreo da França que distila poesia em toda sua obra.
12 – Saint-Éxupery escreveu uma oração para que sua esposa a rezasse todos os dias quando estava voando:
“Senhor! Senhor, salvai meu marido. Ele me ama verdadeiramente e sem ele serei inteiramente órfã.
Fazei, Senhor que de nós dois ele morra primeiro; apesar de parecer um forte angustia-se demais, quando não me ouve fazer dentro de casa e sem mim ele sofrerá muito...”
E Deus atendeu a esse pedido. Ele morreu antes da esposa, num desastre ao cair com seu avião, na cordilheira dos Pirineus, entre a França e a Espanha.
(Pesquisas informativas de Jorge S. Martins)
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Quero aproveitar nosso Blog “Haja Luz”para divulgar alguns de meus livros já publicados e colaborar para o aperfeiçoamento do trabalho docente de muitos e muitos professores que buscam ideias novas para se atualizarem na docência.
O ensino tradicional tem tratado o aluno como mero espectador e receptor passivo das informações contidas nos conteúdos curriculares, ou que lhe são explicadas e transmitidas pelos livros, ou durante as aulas e pelos professores destinadas a seu desenvolvimento intelectual e à aprendizagem escolar.
Aos responsáveis pela docência talvez falte o hábito de estimular nos jovens o interesse pelos trabalhos simples investigativos, de acordo com as normas científicas, sobre conteúdos curriculares.
Para tornar esse aprendizado significativo convém utilizar situações corriqueiras do dia-a-dia e aplicar os procedimentos técnicos-metodológicos para sua explicação e estudo, os quais muito servirão aos alunos no nível superior.
Se agissem desta forma, as escolas conduziriam aos poucos, os alunos a se tornarem indagadores do mundo que os cerca, e a adquirirem o costume de questionar e refletir sobre aquilo que lhes é oferecido dentro das salas de aula e não, simplesmente aceitá-lo porque assim foi ensinado, ou assim está no livro.
São ainda raras as escolas onde surgem iniciativas que visam à formação de alunos como agentes ativos no processo de aprendizado, tanto promovendo a interatividade e socialização pelo trabalho em grupo, quanto pela aplicabilidade de métodos ativos variados e inovadores de estudo, como vem sendo feito, em algumas delas, com os projetos de trabalho escolar e de integração escola - comunidade.
Hoje, mais do que nunca, acredita-se que o componente básico curricular deveria estar baseado em atividades temáticas pautadas nas disciplinas regulares capazes de fomentar a mobilização e participação dos estudantes na exploração dos conteúdos propostos voltados e adaptados à realidade onde eles vivem ou viverão.
Assim as salas de aula, ao invés de serem locais de rotinas enfadonhas pela eterna repetição do tradicional processo de ensino-aprendizagem, – ouvir, ler, escrever, – tornar-se-iam verdadeiros laboratórios e oficinas vivas do “aprender fazendo” e de treinamento das habilidades conceituais, procedimentais e atitudinais dos próprios estudantes, sob a orientação de professores preparados dentro dos conceitos da Metodologia Científica e capazes de despertar nos alunos o gosto pela investigação dos fatos e pela descoberta do conhecimento significativo.
Conduzido desta forma o aluno construiria, ao longo do tempo escolar, sua formação pessoal e profissional e adquiriria sistematicamente a bagagem dos conhecimentos de que necessita para se preparar a enfrentar os problemas que a vida lhe prepara.
O ensino teria, assim, as duas dimensões educacionais tão faladas, a individual e a social.
A dimensão individual pela valorização das capacidades intelectuais, morais e físicas inatas nos jovens, utilizando-as para aperfeiçoar seu desenvolvimento pessoal e seu espírito crítico - reflexivo.
A dimensão social pela evolução do espírito de cidadania democrática e de solidariedade, familiarizando-os e engajando-os em trabalhos coletivos participativos, solidários, de parceria e de intercâmbio.
Ao longo das páginas do livro acima apresentado pretendo concretizar estas idéias, proporcionando ao professor informações básicas de Metodologia da Ciência, aplicadas, aos Projetos Escolares de Pesquisa, de maneira simples e clara, e à apresentação de exemplos práticos com a aplicação das teorias apresentadas, para que ele as possa aplicar a muitos outros fatos e à descoberta de soluções para problemas mais complexos.
Através dos Projetos de Pesquisa o aluno é colocado frente a situações-problema, de preferência tiradas da realidade vivida, para serem estudadas de maneira sistematizada e por elas conseguir dominar novos conceitos.
Outro ponto importante é que esta forma de trabalhar e estudar proporciona ao aluno diferentes ângulos de ver e de refletir sobre o mundo em que vive, age e se relaciona, dando-lhe oportunidades de concordar, discordar e criticar o que percebe construindo, assim, progressivamente seu conhecimento.
Organizado, como recurso didático para oportunizar diversas atividades significativas e contextualizadas. O projeto escolar possibilita ainda integrar situações diversificadas nas quais o estudante poderá exercitar sua competência de reflexão e habilidade e de raciocínio para identificar e apropriar-se e dominar o conteúdo temático, além de outros saberes.
São indiscutíveis as vantagens do projeto quanto a seu papel de despertar no aluno o interesse pelas estratégias práticas usadas para captação de informações e esclarecimentos a respeito do tema-objeto pesquisado, as quais quando associadas e vinculadas às que ele já possui, se organizam pelas operações mentais e se transformam em novos conhecimentos.
É bom recordar aqui, que a “mola propulsora deste método de aprendizagem é uso do Por Quê ?
Ele levará à descoberta dos conceitos tão necessários ao aprendizado e sempre visados pelos projetos.
Trata-se, pois, de descobrir idéias, definições, significados de tudo que faz parte da realidade onde se vive e se relacionam ou caracterizam a conjuntos de seres, fatos ou situações.]
Os conceitos foram construídos ao longo dos tempos e tornaram-se parte importante do conhecimento humano e continuam ainda ser ampliados, alterados pelo estudo e trabalho científico.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES.
QUE TRISTEZA!!!
Pediram-me para postar esta triste mensagem no meu BLOG e o faço, pois também concordo com o que diz.
TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES.
Prezado amigo!
Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00
Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.
Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha Argentina R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:
'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.
Repassar esta mensagem é uma obrigação, é sinal de patriotismo, pois a vergonha que atualmente impera em nossa política está desmotivando o nosso povo e arruinando o nosso querido Brasil.
É o mínimo que nós, patriotas, podemos fazer.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
ORIENTAÇÂO Para Elaborar Monografia e TCC - Última Parte
Meus amigos. Encerro hoje as informações que vinha aqui postando para atender àqueles que me pediram para ajudá-los a elaborar seus TCCs ou monografias de final de cursos. Com esta última publicação encerro as orientações solicitadas.
Digam-me se gostaram. Será que lhes serviu? Precisando de mais ajuda comuniquem-me. Grande abraço. Jorge S Martins
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
São as citações de autores e de obras.
Referência bibliográfica é o conjunto dos elementos identificadores do todo ou parte de qualquer documento citado no trabalho.
Em qualquer tratado quando houver citações de autores, elas devem ser referenciadas de acordo com as Normas de Referência Bibliográfica da ABNT, no final do trabalho, sob o título: Referências Bibliográficas.
Estas citações tanto podem utilizar as palavras do autor entre aspas, ou apenas parafrasear a idéia do autor, ou ainda combinar as duas formas.
Para qualquer destes tipos de citação deve-se identificar a fonte dos dados extraídos da folha de rosto da publicação de origem e apresentá- los na seguinte ordem:
a) autor: sobrenome em maiúsculas separado por vírgula do nome seguido de ponto;
b) título e subtítulo da obra: em negrito seguido de ponto;
c) título original (quando for tradução).
d) tradutor (se for o caso);
e) número da edição, assim: 4. ed.;
f) local da publicação seguido de vírgula;
g) editora seguida de vírgula;
h) ano da publicação seguido de ponto;
i) página (s) se for necessário, ligam-se por hífen as referenciadas.
A citação textual deve ser autêntica e original. Se houver erro no original escreve-se a palavra sic, indicando que o erro é do original.
Se o autor do trabalho quiser ressaltar qualquer expressão citada com grifo, deverá escrever logo após, entre parênteses, o grifo é nosso.
As citações podem ser breves (até três linhas) ou longas.
As breves devem vir no correr do texto precedidas pelo sobrenome e nome do autor, ano da publicação e a página de onde foram retiradas, separadas por vírgula.
As longas serão destacadas em espaços simples, distando da margem esquerda de 4 a 5 cm e entre aspas, seguidas da identificação de onde foram retiradas e afastadas acima e abaixo do texto, por espaço duplo ou triplo.
Quando se quer interromper a citação utiliza-se a elipse (.....) que indica que algo foi omitido.
Quando houver citação de vários autores será: Sobrenome do primeiro autor, Prenome ou Inicial. Sobrenome do segundo autor, Prenome, etc.
Quando for citação de livros é igual a orientação para a bibliografia.
Quando se tratar de capítulo de livro, é só seguir a mesma orientação
Quando a referência acontece no correr do texto deverá ser registrada seguinte maneira:
no final da citação abrir parênteses com o sobrenome do autor em maiúsculas seguido de vírgula, depois o ano da obra seguido de dois-pontos, depois p. de página seguido do número, ou do número da página inicial separado por hífen da final, depois parênteses. (Neis, 1977: p. 35-39).
As notas no rodapé.
Caso se queira colocar a citação no rodapé da página, deve ser numerada com algarismo arábico junto à citação, a partir da esquerda e um pouco acima da linha.
Na nota de rodapé usa-se espaço simples e separado do texto por um traço de 3cm a partir da margem esquerda e separado do texto e da nota por 2 espaços simples.
A nota de rodapé, quando feita pela primeira vez deve ser completa, incluindo toda a identificação como na bibliografia, mas quando for referenciada outras vezes, pode-se usar as expressões latinas:
id = idem (o mesmo autor) seguida da página.
ibid = ibidem (no mesmo lugar na obra citada seguida da identificação)
loc. cit. = loco citato ou op. cit. isto é, obras ou autores já citados e seguida da devida identificação.
Ap. = apud (segundo) referindo-se a uma citação tirada de outra citação quando não foi consultada a obra original.
In = em, indicando citação extraída de um capítulo ou parte de obra autor.
Pass = Passin (aqui e ali, em várias passagens).
cf. = confira;
in = abaixo; linhas seguintes;
n. = número;
p. = página (s)
seq. = sequentia ( e seguintes)
supra = acima; linhas ou páginas atrás
v. = volume (s) ou veja.
BIBLIOGRAFIA FINAL
Denomina-se bibliografia a lista sistematizada das fontes consultadas ou relacionadas com o tema do trabalho, registradas com os dados respectivos e não deve ser confundida com a referência bibliográfica que inclui só obras e autores citados no texto. A bibliografia aparece no final do trabalho para permitir a avaliação do problema e ao mesmo tempo específica sobre todo o assunto, e possibilitar e orientar futuras investigações.
A organização da bibliografia obedece às normas da ABNT, que determina rigorosa ordem alfabética e o uso seqüenciado dos seguintes itens:
a) Sobrenome (em letras maiúsculas) e prenome do Autor da obra, separados por vírgula e seguidos de ponto;
b) Título da publicação grifado e seguido de ponto;
c) Título original (quando tradução) ;
d) Número da edição, se não for a primeira;
e) Local de edição ou publicação seguido de dois pontos;
f) Editora seguida de vírgula;
g) Ano da publicação seguido de ponto. O ano pode vir após o autor.
NOTA. Em cada referência a segunda e as demais linhas podem começar no 5o espaço a partir da margem esquerda, iniciar a segunda linha logo na margem, isto é, abaixo da primeira letra da linha anterior.
Exemplo:
MARTINS, José S. O poder da imagem. São Paulo: Intermeios. Comunicação e Marketing, 1992.
No caso de sobrenomes compostos com as palavras Neto, Filho, Júnior, escreve-se assim: SANTOS JÚNIOR, João, ou RODRIGUES FILHO, José.
Separa-se o Título do subtítulo por dois-pontos.
Exemplo: Redação: como fazê-la.
Tratando-se de artigos de jornais ou de revistas referenciados no trabalho, deve-se anotar assim:
a) autor da parte referenciada
b) título da parte referenciada
c) autor ou editor da publicação precedida de In:
d) título e subtítulo da publicação
e) número de edição
f) local da publicação
g) editora
h) ano de publicação
i) número de páginas ou de volumes
j) indicações de ilustrações etc. se houver.
Exemplo: SILVA, JOÃO CRESPO. Aves exóticas. In: Costa, Nelson. Jornal Ecológico: Raridades da natureza. Manaus, Ed. Selva, 1998. p. 70-75.
BIBLIOGRAFIA REFERENCIADA.
Todos os textos citados deverão ser incluídos na lista bibliográfica final.
As referências serão numeradas crescentemente e registradas por ordem alfabética de Sobrenome do autor, Prenome, Título da obra em grifo, número da edição, Editor, Local da Publicação e Ano da Publicação.
Ocorrendo mais de uma citação do mesmo autor, deve-se repetir o nome dele tantas vezes quantas as citações.
Referências via Internet.
Quando houver dados colhidos da Internet, eles deverão ser apresentados na Bibliografia de Referência da seguinte maneira:
Autor identificado como é de costume.
Título da obra [on line] . Nome do Estado/País . Data ou Ano.
Disponível na Internet via www.URL: endereço do computador e caminho.
Arquivo captado em (data)
Available: < nome da obra do texto >
Exemplo: MATTINHOS, José. Globalização [on line]. São Paulo. Available: <http:/ww2.vol.1.com./br/Nossa Época>.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
Podem ser:
1 - De livros ou folhetos. Exemplo:
MARTINS, Jorge S. Como construir trabalhos científicos. Salvador: Editora
UNEB, 2000. 108 p.
2 - De Enciclopédias / Dicionários. Exemplo:
ENCICLOPÉDIA Luso-Brasileira. Lisboa: Editora Maior, 1970. 10 v.
3 - De Normas técnicas. Exemplo:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro:
N-B: referências bibliográficas. 1989. 19 p.
4 - De Entrevista. Exemplo:
MARTIUS, Costa. Entrevista concedida a José Filgueiras. Manaus, 20 de out.
1989.
5 - De Jornais ou Revistas. Exemplo:
A TARDE ou VEJA ou CIÊNCIA HOJE. São Paulo: Abril Cultural., v. 12, n.
38, nov.dez. 1997.
6 - De traduções. Exemplo:
LARRY, W. K. Introdução à Metodologia. Tradução de Carlos Pereira. São
Paulo: EDUSP, 1957. 120 p.
7 - De escritos mimeografados ou policopiados. Exemplo:
RODRIGUES, João Santos. Fatores que influem na lavoura. 1988. 14 p. mimeogr.
8 - De trabalhos escolares. Exemplo:
CALÇONETA, Maria Joaquina. Como fazer monografia. 2001. 03 f. Notas de aulas.
9 – De Congressos, Seminários e outros.
CONGRESSO DE NORMAS TÉCNICAS.1991, Rio de Janeiro. Anais.12 p.
10 – Da Internet.
Autor. Título [on line] São Paulo.
Available: <endereço eletrônico>
Exemplo: Revista Veja – O avanço da agricultura [on line]. São Paulo: Abril, set / 2001.
Available: <http://www2.Vol. com.br / veja />
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DO TRABALHO.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Apresentação de livros e folhetos. NBR 6029. Rio de Janeiro: 1988.
BARBOSA, Maria Dorothéa. Orientação bibliográfica: da pesquisa à apresentação de trabalhos: manual para estudantes. Curitiba: Scientia et labor. 1989.
BECKER, FERNANDO. Apresentação de Trabalhos Escolares. Porto Alegre: Ed. Formação. 1975.
CASTRO, Claudio Moura. Estrutura e apresentação de publicações científicas. São Paulo: McGraw - Hill do Brasil. 1976.
ECO, Humberto. Como se faz uma monografia. São Paulo: Perspectiva, 1979.
GIL, Humberto. Como se faz uma monografia. São Paulo: Atlas, 1996.
LEITE, José Alfredo A Metodologia de elaboração de teses. SãoPaulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978.
LUFT, Celso Pedro. Trabalho científico: sua estrutura e apresentação. Porto Alegre: RGS. Livraria Lima. 1967.
MARTINS, Jorge dos Santos. Guia para elaboração de Projetos de Pesquisa. Salvador: Editora Gráfica Uneb, 1998.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas. 1991.
NEIS, Ignacio Antonio. Atitudes científicas na pesquisa Lingüística e Literária. Letras de hoje. Porto Alegre. PUC - RS: v. 29: p.24-39, set. 1977.
REY, Luis. Como redigir trabalhos científicos. São Paulo: Edgar Blucher Ltda. 1972.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica; guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas. 1976.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia; elementos de metodologia do trabalho científico. 5.ed. Belo Horizonte: Interlivros de Minas Gerais Ltda. 1977.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 14.ed. São Paulo: Cortez/ Autores Associados, 1986.
SILVA, Rebeca Peixoto et alii. Redação Técnica. 2. ed. Porto Alegre: Formação. 1975.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Normas para apresentação de trabalhos. 2. ed. Curitiba: UFPR. 1992.
APRESENTAÇÂO DO TRABALHO
Apresentação é um pequeno texto que deve acompanhar o
original já finalizado e serve para encaminha-lo ao orientador.
A Apresentação é um pequeno texto em que o autor do trabalho deve mostrar resumidamente os principais conceitos sobre o quê, o como, e o para quê ele realizou o estudo.
Nela o autor expõe novos campos de interesse descobertos e as dificuldades encontradas, como também explica os processos de investigação que o levaram a diagnosticar e a explorar a situação ou o tema problemático, cujos objetivos colimados nele são apresentadas como soluções pessoais e inéditas.
Mostrará também como este trabalho monográfico é uma análise da pesquisa realizada que se transformou num trabalho científico útil para o orientador, tanto para avaliar a capacidade de seu autor, quanto para o julgamento do conteúdo apresentado.
É muito elogiável a exigência de apresentação de Monografias, pelos atuais Cursos universitários, demonstrando assim, novas perspectivas para a reformulação do ensino através da busca de recursos didático-pedagógicos destinados mostrar e valorizar a qualificação dos alunos.
Essa obrigatoriedade revela, também, a preocupação de professores engajados em novas e práticas metodologias do “aprender fazendo” para a descoberta de outros saberes e fugindo das informações e conteúdos teóricos de sala de aula.
FIM
domingo, 6 de novembro de 2011
ELABORAÇÂO DE MONOGRAFIA E TCC
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
São as citações de autores e de obras.
Referência bibliográfica é o conjunto dos elementos identificadores do
todo ou parte de um documento citado no trabalho.
Em qualquer tratado quando houver citações de autores, elas devem ser
referenciadas de acordo com as Normas de Referência Bibliográfica da
ABNT, no final do trabalho, sob o título: Referências Bibliográficas.
Estas citações tanto podem utilizar as palavras do autor entre aspas, ou
apenas parafrasear a idéia do autor, ou ainda combinar as duas formas.
Para qualquer destes tipos de citação deve-se identificar a fonte, extraída
da folha de rosto da publicação de origem e apresentados os dados na
seguinte ordem:
a) autor: sobrenome em maiúsculas separado por vírgula do nome
seguido de ponto;
b) título e subtítulo da obra: em negrito seguido de ponto;
c) título original (quando for tradução).
d) tradutor (se for o caso);
e) número da edição, assim: 4. ed.;
f) local da publicação seguido de vírgula;
g) editora seguida de vírgula;
h) ano da publicação seguido de ponto;
i) página (s) se for necessário, ligam-se por hífen as referenciadas.
A citação textual deve ser autêntica e original. Se houver erro no original
escreve-se a palavra sic, indicando que o erro é do original.
Se o autor do trabalho quiser ressaltar qualquer expressão citada com
grifo, deverá escrever logo após, entre parênteses, o grifo é nosso.
As citações podem ser breves (até três linhas) ou longas.
As breves devem vir no correr do texto precedidas pelo sobrenome e nome
do autor, ano da publicação e a página de onde foram retiradas, separadas
por vírgula.
As longas serão destacadas em espaços simples, distando da margem
esquerda de 4 a 5 cm e entre aspas, seguidas da identificação de onde
foram retiradas e afastadas acima e abaixo do texto, por espaço duplo ou
triplo.
Quando se quer interromper a citação utiliza-se a elipse (.....) que
indica que algo foi omitido.
Quando houver citação de vários autores será: Sobrenome do primeiro
autor, Prenome ou Inicial. Sobrenome do segundo autor, Prenome, etc.
Quando for citação de livros é igual a orientação para a bibliografia.
Quando se tratar de capítulo de livro, é só seguir a mesma orientação
Quando a referência acontece no correr do texto deverá ser
registrada seguinte maneira:
no final da citação abrir parênteses com o sobrenome do autor em
maiúsculas seguido de vírgula, depois o ano da obra seguido de dois-pontos,
depois p. de página seguido do número, ou do número da página inicial
separado por hífen da final, depois parênteses. (Neis, 1977: p. 35-39).
As notas no rodapé.
Caso se queira colocar a citação no rodapé da página, deve ser numerada
com algarismo arábico junto à citação, a partir da esquerda e um pouco
acima da linha.
Na nota de rodapé usa-se espaço simples e separado do texto por um traço
de 3cm a partir da margem esquerda e separado do texto e da nota por 2
espaços simples.
A nota de rodapé, quando feita pela primeira vez deve ser completa,
incluindo toda a identificação como na bibliografia, mas quando for
referenciada outras vezes, pode-se usar as expressões latinas:
id = idem (o mesmo autor) seguida da página.
ibid = ibidem (no mesmo lugar na obra citada seguida da identificação)
loc. cit. = loco citato ou op. cit. isto é, obras ou autores já citados e
seguida da devida identificação.
Ap. = apud (segundo) referindo-se a uma citação tirada de outra citação
quando não foi consultada a obra original.
In = em, indicando citação extraída de um capítulo ou parte de obra autor.
Pass = Passin (aqui e ali, em várias passagens).
cf. = confira;
in = abaixo; linhas seguintes;
n. = número;
p. = página (s)
seq. = sequentia ( e seguintes)
supra = acima; linhas ou páginas atrás
v. = volume (s) ou veja.
BIBLIOGRAFIA FINAL
Denomina-se bibliografia a lista sistematizada das fontes consultadas ou
relacionadas com o tema do trabalho, registradas com os dados respectivos
e não deve ser confundida com a referência bibliográfica que inclui só obras
e autores citados no texto. A bibliografia aparece no final do trabalho para
permitir a avaliação do problema e ao mesmo tempo específica sobre todo o
assunto, e possibilitar e orientar futuras investigações.
A organização da bibliografia obedece às normas da ABNT, que determina
rigorosa ordem alfabética e o uso seqüenciado dos seguintes itens:
a) Sobrenome (em letras maiúsculas) e prenome do Autor da obra,
separados por vírgula e seguidos de ponto;
b) Título da publicação grifado e seguido de ponto;
c) Título original (quando tradução) ;
d) Número da edição, se não for a primeira;
e) Local de edição ou publicação seguido de dois pontos;
f) Editora seguida de vírgula;
g) Ano da publicação seguido de ponto. O ano pode vir após o autor.
NOTA. Em cada referência a segunda e as demais linhas podem começar
no 5o espaço a partir da margem esquerda, iniciar a segunda linha logo na
margem, isto é, abaixo da primeira letra da linha anterior.
Exemplo:
MARTINS, José S. O poder da imagem. São Paulo: Intermeios.
Comunicação e Marketing, 1992.
No caso de sobrenomes compostos com as palavras Neto, Filho, Júnior,
escreve-se assim: SANTOS JÚNIOR, João, ou RODRIGUES FILHO, José.
Separa-se o Título do subtítulo por dois-pontos.
Exemplo: Redação: como fazê-la.
Tratando-se de artigos de jornais ou de revistas referenciados no trabalho,
deve-se anotar assim:
a) autor da parte referenciada
b) título da parte referenciada
c) autor ou editor da publicação precedida de In:
d) título e subtítulo da publicação
e) número de edição
f) local da publicação
g) editora
h) ano de publicação
i) número de páginas ou de volumes
j) indicações de ilustrações etc. se houver.
Exemplo: SILVA, JOÃO CRESPO. Aves exóticas. In: Costa, Nelson. Jornal
Ecológico:
Raridades da natureza. Manaus, Ed. Selva, 1998. p. 70-75.
BIBLIOGRAFIA REFERENCIADA.
Todos os textos citados deverão ser incluídos na lista bibliográfica final.
As referências serão numeradas crescentemente e registradas por ordem
alfabética de Sobrenome do autor, Prenome, Título da obra em grifo,
número da edição, Editor, Local da Publicação e Ano da Publicação.
Ocorrendo mais de uma citação do mesmo autor, deve-se repetir o nome
dele tantas vezes quantas as citações.
Referências via Internet.
Quando houver dados colhidos da Internet, eles deverão ser apresentados
na Bibliografia de Referência da seguinte maneira:
Autor identificado como é de costume.
Título da obra [on line] . Nome do Estado/País . Data ou Ano.
Disponível na Internet via www.URL: endereço do computador e caminho.
Arquivo captado em (data)
Available: < nome da obra do texto >
Exemplo: MATTINHOS, José. Globalização [on line]. São Paulo. Available:
<http:/ww2.vol.1.com./br/Nossa Época>.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
1 - De livros ou folhetos. Exemplo:
MARTINS, Jorge S. Como construir trabalhos científicos. Salvador: Editora
UNEB, 2000. 108 p.
2 - De Enciclopédias / Dicionários. Exemplo:
ENCICLOPÉDIA Luso-Brasileira. Lisboa: Editora Maior, 1970. 10 v.
3 - De Normas técnicas. Exemplo:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro:
N-B: referências bibliográficas. 1989. 19 p.
4 - De Entrevista. Exemplo:
MARTIUS, Costa. Entrevista concedida a José Filgueiras. Manaus, 20 de out.
1989.
5 - De Jornais ou Revistas. Exemplo:
A TARDE ou VEJA ou CIÊNCIA HOJE. São Paulo: Abril Cultural., v. 12, n.
38, nov.dez. 1997.
6 - De traduções. Exemplo:
LARRY, W. K. Introdução à Metodologia. Tradução de Carlos Pereira. São
Paulo: EDUSP, 1957. 120 p.
7 - De escritos mimeografados ou policopiados. Exemplo:
RODRIGUES, João Santos. Fatores que influem na lavoura. 1988. 14 p.
mimeogr.
8 - De trabalhos escolares. Exemplo:
CALÇONETA, Maria Joaquina. Como fazer monografia. 2001. 03 f. Notas de
aulas.
9 – De Congressos, Seminários e outros.
CONGRESSO DE NORMAS TÉCNICAS.1991, Rio de Janeiro. Anais.12 p.
10 – Da Internet.
Autor. Título [on line] São Paulo.
Available: <endereço eletrônico>
Exemplo: Revista Veja – O avanço da agricultura [on line]. São Paulo: Abril,
set / 2001.
Available: <http://www2.Vol. com.br / veja />
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DO TRABALHO.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Apresentação de
livros e folhetos. NBR 6029. Rio de Janeiro: 1988.
BARBOSA, Maria Dorothéa. Orientação bibliográfica: da pesquisa à
apresentação de trabalhos: manual para estudantes. Curitiba: Scientia et
labor. 1989.
BECKER, FERNANDO. Apresentação de Trabalhos Escolares. Porto
Alegre: Ed. Formação. 1975.
CASTRO, Claudio Moura. Estrutura e apresentação de publicações
científicas. São Paulo: McGraw - Hill do Brasil. 1976.
ECO, Humberto. Como se faz uma monografia. São Paulo:
Perspectiva, 1979.
GIL, Humberto. Como se faz uma monografia. São Paulo: Atlas, 1996.
LEITE, José Alfredo A Metodologia de elaboração de teses. SãoPaulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1978.
LUFT, Celso Pedro. Trabalho científico: sua estrutura e apresentação.
Porto Alegre: RGS. Livraria Lima. 1967.
MARTINS, Jorge dos Santos. Guia para elaboração de Projetos de
Pesquisa. Salvador: Editora Gráfica Uneb, 1998.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: prática de fichamentos,
resumos, resenhas. São Paulo: Atlas. 1991.
NEIS, Ignacio Antonio. Atitudes científicas na pesquisa Lingüística e
Literária. Letras de hoje. Porto Alegre. PUC - RS: v. 29: p.24-39, set. 1977.
REY, Luis. Como redigir trabalhos científicos. São Paulo: Edgar
Blucher Ltda. 1972.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica; guia para eficiência nos
estudos. São Paulo: Atlas. 1976.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia; elementos de
metodologia do trabalho científico. 5.ed. Belo Horizonte: Interlivros de
Minas Gerais Ltda. 1977.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico.
14.ed. São Paulo: Cortez/ Autores Associados, 1986.
SILVA, Rebeca Peixoto et alii. Redação Técnica. 2. ed. Porto Alegre:
Formação. 1975.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Normas para apresentação de
trabalhos. 2. ed. Curitiba: UFPR. 1992.
APRESENTAÇÂO DO TRABALHO
Apresentação é um pequeno texto que deve acompanhar o original já
elaborado e serve para encaminha-lo na entrega ao orientador.
A Apresentação é um pequeno texto em que o autor do trabalho
deve mostrar resumidamente os principais conceitos sobre o
quê, o como, e o para quê ele realizou o estudo.
Nela o autor expõe novos campos de interesse descobertos e as
dificuldades encontradas, como também explica os processos
de investigação que o levaram a diagnosticar e a explorar a
situação ou o tema problemático, cujos objetivos colimados
nele são apresentadas como soluções pessoais e inéditas.
Mostrará também como este trabalho monográfico é uma
análise da pesquisa realizada que se transformou num
trabalho científico útil para o orientador, tanto para avaliar a
capacidade de seu autor, quanto para o julgamento do conteúdo
apresentado.
É muito elogiável a exigência de apresentação de Monografias,
pelos atuais Cursos universitários, demonstrando assim, novas
perspectivas para a reformulação do ensino através da busca de
recursos didático-pedagógicos destinados mostrar e valorizar a
qualificação dos alunos.
Essa obrigatoriedade revela, também, a preocupação de
professores engajados em novas e práticas metodologias
do “aprender fazendo” para a descoberta de outros saberes e
fugindo das informações e conteúdos teóricos de sala de aula.
São as citações de autores e de obras.
Referência bibliográfica é o conjunto dos elementos identificadores do
todo ou parte de um documento citado no trabalho.
Em qualquer tratado quando houver citações de autores, elas devem ser
referenciadas de acordo com as Normas de Referência Bibliográfica da
ABNT, no final do trabalho, sob o título: Referências Bibliográficas.
Estas citações tanto podem utilizar as palavras do autor entre aspas, ou
apenas parafrasear a idéia do autor, ou ainda combinar as duas formas.
Para qualquer destes tipos de citação deve-se identificar a fonte, extraída
da folha de rosto da publicação de origem e apresentados os dados na
seguinte ordem:
a) autor: sobrenome em maiúsculas separado por vírgula do nome
seguido de ponto;
b) título e subtítulo da obra: em negrito seguido de ponto;
c) título original (quando for tradução).
d) tradutor (se for o caso);
e) número da edição, assim: 4. ed.;
f) local da publicação seguido de vírgula;
g) editora seguida de vírgula;
h) ano da publicação seguido de ponto;
i) página (s) se for necessário, ligam-se por hífen as referenciadas.
A citação textual deve ser autêntica e original. Se houver erro no original
escreve-se a palavra sic, indicando que o erro é do original.
Se o autor do trabalho quiser ressaltar qualquer expressão citada com
grifo, deverá escrever logo após, entre parênteses, o grifo é nosso.
As citações podem ser breves (até três linhas) ou longas.
As breves devem vir no correr do texto precedidas pelo sobrenome e nome
do autor, ano da publicação e a página de onde foram retiradas, separadas
por vírgula.
As longas serão destacadas em espaços simples, distando da margem
esquerda de 4 a 5 cm e entre aspas, seguidas da identificação de onde
foram retiradas e afastadas acima e abaixo do texto, por espaço duplo ou
triplo.
Quando se quer interromper a citação utiliza-se a elipse (.....) que
indica que algo foi omitido.
Quando houver citação de vários autores será: Sobrenome do primeiro
autor, Prenome ou Inicial. Sobrenome do segundo autor, Prenome, etc.
Quando for citação de livros é igual a orientação para a bibliografia.
Quando se tratar de capítulo de livro, é só seguir a mesma orientação
Quando a referência acontece no correr do texto deverá ser
registrada seguinte maneira:
no final da citação abrir parênteses com o sobrenome do autor em
maiúsculas seguido de vírgula, depois o ano da obra seguido de dois-pontos,
depois p. de página seguido do número, ou do número da página inicial
separado por hífen da final, depois parênteses. (Neis, 1977: p. 35-39).
As notas no rodapé.
Caso se queira colocar a citação no rodapé da página, deve ser numerada
com algarismo arábico junto à citação, a partir da esquerda e um pouco
acima da linha.
Na nota de rodapé usa-se espaço simples e separado do texto por um traço
de 3cm a partir da margem esquerda e separado do texto e da nota por 2
espaços simples.
A nota de rodapé, quando feita pela primeira vez deve ser completa,
incluindo toda a identificação como na bibliografia, mas quando for
referenciada outras vezes, pode-se usar as expressões latinas:
id = idem (o mesmo autor) seguida da página.
ibid = ibidem (no mesmo lugar na obra citada seguida da identificação)
loc. cit. = loco citato ou op. cit. isto é, obras ou autores já citados e
seguida da devida identificação.
Ap. = apud (segundo) referindo-se a uma citação tirada de outra citação
quando não foi consultada a obra original.
In = em, indicando citação extraída de um capítulo ou parte de obra autor.
Pass = Passin (aqui e ali, em várias passagens).
cf. = confira;
in = abaixo; linhas seguintes;
n. = número;
p. = página (s)
seq. = sequentia ( e seguintes)
supra = acima; linhas ou páginas atrás
v. = volume (s) ou veja.
BIBLIOGRAFIA FINAL
Denomina-se bibliografia a lista sistematizada das fontes consultadas ou
relacionadas com o tema do trabalho, registradas com os dados respectivos
e não deve ser confundida com a referência bibliográfica que inclui só obras
e autores citados no texto. A bibliografia aparece no final do trabalho para
permitir a avaliação do problema e ao mesmo tempo específica sobre todo o
assunto, e possibilitar e orientar futuras investigações.
A organização da bibliografia obedece às normas da ABNT, que determina
rigorosa ordem alfabética e o uso seqüenciado dos seguintes itens:
a) Sobrenome (em letras maiúsculas) e prenome do Autor da obra,
separados por vírgula e seguidos de ponto;
b) Título da publicação grifado e seguido de ponto;
c) Título original (quando tradução) ;
d) Número da edição, se não for a primeira;
e) Local de edição ou publicação seguido de dois pontos;
f) Editora seguida de vírgula;
g) Ano da publicação seguido de ponto. O ano pode vir após o autor.
NOTA. Em cada referência a segunda e as demais linhas podem começar
no 5o espaço a partir da margem esquerda, iniciar a segunda linha logo na
margem, isto é, abaixo da primeira letra da linha anterior.
Exemplo:
MARTINS, José S. O poder da imagem. São Paulo: Intermeios.
Comunicação e Marketing, 1992.
No caso de sobrenomes compostos com as palavras Neto, Filho, Júnior,
escreve-se assim: SANTOS JÚNIOR, João, ou RODRIGUES FILHO, José.
Separa-se o Título do subtítulo por dois-pontos.
Exemplo: Redação: como fazê-la.
Tratando-se de artigos de jornais ou de revistas referenciados no trabalho,
deve-se anotar assim:
a) autor da parte referenciada
b) título da parte referenciada
c) autor ou editor da publicação precedida de In:
d) título e subtítulo da publicação
e) número de edição
f) local da publicação
g) editora
h) ano de publicação
i) número de páginas ou de volumes
j) indicações de ilustrações etc. se houver.
Exemplo: SILVA, JOÃO CRESPO. Aves exóticas. In: Costa, Nelson. Jornal
Ecológico:
Raridades da natureza. Manaus, Ed. Selva, 1998. p. 70-75.
BIBLIOGRAFIA REFERENCIADA.
Todos os textos citados deverão ser incluídos na lista bibliográfica final.
As referências serão numeradas crescentemente e registradas por ordem
alfabética de Sobrenome do autor, Prenome, Título da obra em grifo,
número da edição, Editor, Local da Publicação e Ano da Publicação.
Ocorrendo mais de uma citação do mesmo autor, deve-se repetir o nome
dele tantas vezes quantas as citações.
Referências via Internet.
Quando houver dados colhidos da Internet, eles deverão ser apresentados
na Bibliografia de Referência da seguinte maneira:
Autor identificado como é de costume.
Título da obra [on line] . Nome do Estado/País . Data ou Ano.
Disponível na Internet via www.URL: endereço do computador e caminho.
Arquivo captado em (data)
Available: < nome da obra do texto >
Exemplo: MATTINHOS, José. Globalização [on line]. São Paulo. Available:
<http:/ww2.vol.1.com./br/Nossa Época>.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
1 - De livros ou folhetos. Exemplo:
MARTINS, Jorge S. Como construir trabalhos científicos. Salvador: Editora
UNEB, 2000. 108 p.
2 - De Enciclopédias / Dicionários. Exemplo:
ENCICLOPÉDIA Luso-Brasileira. Lisboa: Editora Maior, 1970. 10 v.
3 - De Normas técnicas. Exemplo:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro:
N-B: referências bibliográficas. 1989. 19 p.
4 - De Entrevista. Exemplo:
MARTIUS, Costa. Entrevista concedida a José Filgueiras. Manaus, 20 de out.
1989.
5 - De Jornais ou Revistas. Exemplo:
A TARDE ou VEJA ou CIÊNCIA HOJE. São Paulo: Abril Cultural., v. 12, n.
38, nov.dez. 1997.
6 - De traduções. Exemplo:
LARRY, W. K. Introdução à Metodologia. Tradução de Carlos Pereira. São
Paulo: EDUSP, 1957. 120 p.
7 - De escritos mimeografados ou policopiados. Exemplo:
RODRIGUES, João Santos. Fatores que influem na lavoura. 1988. 14 p.
mimeogr.
8 - De trabalhos escolares. Exemplo:
CALÇONETA, Maria Joaquina. Como fazer monografia. 2001. 03 f. Notas de
aulas.
9 – De Congressos, Seminários e outros.
CONGRESSO DE NORMAS TÉCNICAS.1991, Rio de Janeiro. Anais.12 p.
10 – Da Internet.
Autor. Título [on line] São Paulo.
Available: <endereço eletrônico>
Exemplo: Revista Veja – O avanço da agricultura [on line]. São Paulo: Abril,
set / 2001.
Available: <http://www2.Vol. com.br / veja />
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DO TRABALHO.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Apresentação de
livros e folhetos. NBR 6029. Rio de Janeiro: 1988.
BARBOSA, Maria Dorothéa. Orientação bibliográfica: da pesquisa à
apresentação de trabalhos: manual para estudantes. Curitiba: Scientia et
labor. 1989.
BECKER, FERNANDO. Apresentação de Trabalhos Escolares. Porto
Alegre: Ed. Formação. 1975.
CASTRO, Claudio Moura. Estrutura e apresentação de publicações
científicas. São Paulo: McGraw - Hill do Brasil. 1976.
ECO, Humberto. Como se faz uma monografia. São Paulo:
Perspectiva, 1979.
GIL, Humberto. Como se faz uma monografia. São Paulo: Atlas, 1996.
LEITE, José Alfredo A Metodologia de elaboração de teses. SãoPaulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1978.
LUFT, Celso Pedro. Trabalho científico: sua estrutura e apresentação.
Porto Alegre: RGS. Livraria Lima. 1967.
MARTINS, Jorge dos Santos. Guia para elaboração de Projetos de
Pesquisa. Salvador: Editora Gráfica Uneb, 1998.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: prática de fichamentos,
resumos, resenhas. São Paulo: Atlas. 1991.
NEIS, Ignacio Antonio. Atitudes científicas na pesquisa Lingüística e
Literária. Letras de hoje. Porto Alegre. PUC - RS: v. 29: p.24-39, set. 1977.
REY, Luis. Como redigir trabalhos científicos. São Paulo: Edgar
Blucher Ltda. 1972.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica; guia para eficiência nos
estudos. São Paulo: Atlas. 1976.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia; elementos de
metodologia do trabalho científico. 5.ed. Belo Horizonte: Interlivros de
Minas Gerais Ltda. 1977.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico.
14.ed. São Paulo: Cortez/ Autores Associados, 1986.
SILVA, Rebeca Peixoto et alii. Redação Técnica. 2. ed. Porto Alegre:
Formação. 1975.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Normas para apresentação de
trabalhos. 2. ed. Curitiba: UFPR. 1992.
APRESENTAÇÂO DO TRABALHO
Apresentação é um pequeno texto que deve acompanhar o original já
elaborado e serve para encaminha-lo na entrega ao orientador.
A Apresentação é um pequeno texto em que o autor do trabalho
deve mostrar resumidamente os principais conceitos sobre o
quê, o como, e o para quê ele realizou o estudo.
Nela o autor expõe novos campos de interesse descobertos e as
dificuldades encontradas, como também explica os processos
de investigação que o levaram a diagnosticar e a explorar a
situação ou o tema problemático, cujos objetivos colimados
nele são apresentadas como soluções pessoais e inéditas.
Mostrará também como este trabalho monográfico é uma
análise da pesquisa realizada que se transformou num
trabalho científico útil para o orientador, tanto para avaliar a
capacidade de seu autor, quanto para o julgamento do conteúdo
apresentado.
É muito elogiável a exigência de apresentação de Monografias,
pelos atuais Cursos universitários, demonstrando assim, novas
perspectivas para a reformulação do ensino através da busca de
recursos didático-pedagógicos destinados mostrar e valorizar a
qualificação dos alunos.
Essa obrigatoriedade revela, também, a preocupação de
professores engajados em novas e práticas metodologias
do “aprender fazendo” para a descoberta de outros saberes e
fugindo das informações e conteúdos teóricos de sala de aula.
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